Curumim Abaré imitando os animais


 




Temas: desenvolvimento físico, motor e cognitivo, cultura indígena e meio ambiente.


Este livro é indicado para crianças que fazem suas primeiras leituras, ou para aquelas menores que escutam a história contada por adultos.

É uma obra que se presta ao desenvolvimento de atividades de exploração dos movimentos do corpo e ainda para a exploração de temas relacionados ao meio ambiente e à temática indígena.

Das inúmeras possibilidades para se trabalhar este livro, selecionamos algumas, que pretendem apenas servir de centelhas para novas idéias.

Na sala de aula

  • Leia a história com os alunos.
     
  • Proponha que cada um imite um dos animais do livro.
     
  • Peça que digam em voz alta que animal estão imitando.
     
  • Proponha que todos observem enquanto um aluno imita o animal que escolheu.
     
  • Solicite que descrevam verbalmente as características dos movimentos imitados.
     
  • Pergunte que outro animal se movimenta de forma semelhante e que outro se movimenta de modo completamente diferente.
     
  • Estimule uma troca de informações sobre esses animais, como estatura, cobertura do corpo, alimentação etc.
     
  • Pode ser escolhida uma cena do livro em que o Curumim imita um dos animais e imaginar um imprevisto que force o animal e o Curumim a alterar seu movimento abruptamente.
     
  • Podem ser explorados recursos sonoros, fazendo ritmos que correspondam a este ou aquele movimento de animal.
     
  • Extrapolando o universo apresentado no livro, podem ser desenvolvidas muitas outras atividades. Por exemplo: cada criança poderá escolher um animal que não conste no livro para descrever suas características de corpo e de locomoção, podendo imitá-lo se for o caso, e os colegas tentarão adivinhar de que animal se trata, e, em seguida, fazerem sua representação por desenho, colagem, argila ou outro modo.
     
  • Novas atividades surgirão a partir do desenvolvimento destas aqui apresentadas, principalmente pela troca fértil com as crianças que as vivenciam.


No pátio da escola

  • Prepare um cenário seguro com objetos que simulem as trilhas por onde o Curumim caminha.
     
  • Coloque a turma em uma fila, andando pela trilha, fazendo os movimentos de acordo com a projeção das páginas do livro.
     
  • Pontue em voz alta os movimentos das crianças, executando-os também e realçando suas características: para a esquerda, para a direita, rápido, devagar, etc. 
     
  • Os alunos podem realizar uma seqüência completa, do primeiro ao último animal, ou dividir os movimentos do livro em mais de uma sessão, imitando em cada aula dois ou três animais.


No laboratório de informática

  • O site oferece uma série de atividades para as crianças exercitarem suas habilidades no uso da tecnologia. Jogos como quebra-cabeça, trilha de pegadas, memória são uma rica oportunidade de compreender o computador como instrumento de aprendizado.
     
  • Sugerimos que em cada etapa da realização das atividades os alunos sejam fotografados com câmera digital. Além de documentar a realização do projeto, os alunos poderão ver suas fotos em um grande painel.
     

Na lousa eletrônica

Que tal uma divertida brincadeira com os personagens do livro?

Entre no site Alem de ler utilizando a lousa eletrônica e deixe que seus alunos brinquem a valer com o quebra cabeça, o jogo da memória, a forca e as palavras cruzadas.

Enquanto um aluno utiliza a lousa os outros vão dando dicas para ele acertar as jogadas. Alterne a posição dos alunos para que todos possam usar a lousa.
 

Curumim Abaré na escola:

Colégio Magno / Mágico de Oz


Vídeos de temática indígena:

Povos indígenas do Brasil - Reportagem da TV Cultura sobre a fotógrafa Rosa Gauditano e seu trabalho com o Povo Guarani.

Escola e povos indígenas no Brasil - série temática Salto para o futuro, da TV Escola, programa da Secretaria de Educação à Distância, do Ministério da Educação.

Sentir ser índio - vídeo criado por professores indígenas do Acre.

 

Espaço Abaré, no Zoológico de São Paulo

O Zoológico tem agora um novo espaço educativo, o Espaço Abaré. A Fundação do Zoológico contou com a ajuda da família Villas Bôas e com a parceria da Cia Cacique de Café Solúvel.

O espaço, que é a representação de uma oca da tribo xingu, mostra a vida dos índios, seu cotidiano, seus rituais e suas relações. Também faz parte das atividades uma visita monitorada que propõe a valorização dos costumes dos índios, a compreensão de suas formas de comunicação, de organização social, de uso da terra e dos recursos naturais, além de estimular o respeito pela natureza. 

Para agendar uma visita, ligue para 5073-0811, ramal 2119.

Ouça a matéria na rádio Cultura.


 

 



 

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